Fui resgatada em uma estação de trem muito magrinha, assustada e com uma grande ferida na orelha, que já estava cheia de bichinhos. A dor e o incômodo eram enormes, e eu já estava sem esperanças.
Mas, finalmente, alguém olhou para mim. Os meus tios do Instituto me resgataram, cuidaram de todos os meus machucados e me deram a chance de recomeçar.