Ao que tudo indica, eu já tive um lar. Mas, por algum motivo, a família mudou de ideia e achou que a melhor solução era me deixar na rua, à própria sorte.
Os tios do Instituto acreditam nisso porque me encontraram miando para todo mundo que passava, tentando chamar atenção e pedir ajuda. Eu já era castrada, gosto muito de pessoas e claramente estava acostumada com carinho, mas também estava com muita fome.
Passei dias difíceis, sem entender o que tinha acontecido. Felizmente, fui resgatada e agora estou segura, alimentada e recebendo todo o cuidado que mereço.